Palestra de Frameworks PHP no PHP SC Conf

30, maio, 2009 2 comentários

Olá.

Nesta sexta e sábado (29 e 30 de maio) houve o PHP SC conf, no campus da Univali em Itajaí. Rolaram diversas palestras sobre PHP e derivados. Eu levei uma palestra sobre Frameworks PHP, onde houve uma discussão no final, junto com o Elton Minetto da Drimio, o Silvano Girardi do PHP SC e outras pessoas da platéia.

Quem quiser, pode efetuar o download dos slides da palestra de Frameworks PHP (ou visualizar no SlideShare.net), e se tiverem dúvidas sobre Frameworks, precisarem de ajuda ou seja lá o que for sobre Frameworks, entre em contato comigo (e-mail, telefone, skype, twitter, sinal de fumaça, etc).

Atenciosamente,
Rafael.

Iconv: convertendo a codificação de uma String

22, maio, 2009 1 comentário

Olá a todos.

Durante o desenvolvimento do Guiaville, nos deparamos com muitos problemas. Um deles foi a codificação de caracteres, o qual apresentou um comportamento estranho depois que publicamos. Como os testes foram feitos fora de produção, não conseguimos detectar o problema.

Antes da correção, se você procurasse por tattoo no Guiaville, um dos resultados apresentava o seguinte problema:

Problema de codificação no Guiaville

Antes das reticências,  existe um ícone de ? (no Mozilla Firefox). Bem, isso aconteceu por que cortamos o resultado para aparecerem apenas os primeiros 190 caracteres da descrição. Até aí tudo certo, se não fosse o fato dos acentos serem contados como dois caracteres. É só fazer o teste com a função strlen(). Cada letra acentuada (ou cedilha) equivale a dois caracteres. Isso é claro, em UTF-8, codificação que trabalhamos.

A solução é o iconv, uma biblioteca de conversão de codificações. Para comprovar a eficácia, façamos o teste:

<?php
$texto = "Olá, isto é um teste de codificação";
echo "Tamanho de \$texto com strlen(): " . strlen($texto);
echo "<br />";
echo "Tamanho de \$texto com iconv_strlen(): " . iconv_strlen($texto, 'UTF-8');
?>

O resultado:

Tamanho de $texto com strlen(): 39
Tamanho de $texto com iconv_strlen(): 35

Então, para podermos efetuar o corte dos 190 primeiros caracteres da descrição, utilizamos a função iconv_substr(). Veja o comparativo:

<?php
$texto = "Olá, isto é um teste de codificação";
echo substr($texto, 0, 35);
echo "<br />";
echo iconv_substr($texto, 0, 33, 'UTF-8');
?>

O resultado:

Olá, isto é um teste de codifica�
Olá, isto é um teste de codificaç

Desta maneira, podemos cortar a string onde quisermos, sem nos preocupar com o maldito caracter �.

Até mais,
Rafael.

Lançamento do Guiaville

5, maio, 2009 Sem comentários

Olá a todos.

Será lançado, na primeira semana de maio, o Guiaville, guia empresarial on-line de Joinville.

Empresas interessadas podem se cadastrar, gratuitamente, no site relacionado abaixo.

O portal promete interatividade com clientes, impressão de cupons de desconto, busca simplificada para consumidores, publicidade segmentada e indexação de sua empresa no Google.

(Fonte: http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=33812)

Hoje, a DMG Marketing Digital lança o Guiaville,  o Guia Empresarial joinvillense. A princípio estaremo utilizando-o em caráter experimental. Caso você encontre algum problema, ou queira dar sua sugestão, entre em contato conosco (comente aqui, envie um e-mail pelo site, etc).

Até mais,
Rafael.

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2009: um belo ano para a Microsoft

19, março, 2009 Sem comentários

Olá a todos.

Acho que desde o Windows 98 que as coisas eram assim. A Microsoft lançava um sistema, e com isso, milhões de pessoas reclamavam e falavam mal dos seus produtos, porém continuavam usando. Assim foi com o Windows 98 SE, o Windows ME, o Windows 2000, o Windows XP, e intensificou-se com o Windows Vista.

Agora, após anos de reluta dos usuários comprando, criticando e, mesmo assim, continuando a usar os sistemas da Microsoft, podemos ver além do horizonte e dizer que a Microsoft está no caminho certo. Por quê? Simples, ela está deixando de lado todo o seu egocentrismo irritante em fazer sistemas altamente genéricos que só se adequam para algumas situações.

Hoje foi lançado oficialmente o Internet Explorer 8, que depois de muita briga e enormes campanhas para derrubar o IE, a versão 8 mostrou-se algo digno da primeira página do jornal. Com uma engine totalmente reescrita, os sites que antes eram moldados para seus concorrentes (vide Firefox, Safari e Opera), precisavam de alterações grotescas para a exibição ser idêntica no Internet Explorer. Nessa nova versão, o suporte aos padrões internacionais de internet foram levados em consideração pela equipe de desenvolvimento e temos sites altamente compatíveis com a maioria dos navegadores populares sem qualquer gambiarra. É lógico, problemas aparecerão, porém serão particularidades pequenas. Nada é perfeito.

Além disso, o tão criticado, e mesmo assim utilizado Windows teve o lançamento da sua versão Beta em janeiro deste ano, trazendo uma imagem altamente positiva do novo sistema. Ao invés da versão Beta (que é destinada à testes) trazer bugs, incosistências e recursos incompletos, ela veio na contramão e mostrou que a Microsoft não está de brincadeira. Quando realizei minha análise do Windows 7 Beta, encontrei um sistema altamente estável, compatível e com pouquíssimos bugs, algo que não era visto há muito tempo. Os problemas do Vista foram solucionados, principalmente a questão de programas e drivers incompatíveis. Ainda em estágio de desenvolvimento, comparações indicam que o Windows 7 é muito mais rápido e eficaz.

Além disso, a Microsoft botou todo o setor de marketing para trabalhar e eles fizeram dessas primeiras impressões do novo Windows – e dos outros serviços – uma imagem altamente positiva do sistema. E é isso que o consumidor final quer ver. Mas não só eles, mas também quem testa o sistema faz o seu próprio marketing em prol da gigante de Redmond.

Por fim, não somente o Windows e o Internet Explorer, mas também outros serviços da Microsoft como o Kumo, o Surface, e Azure trouxeram boas impressões dos novos serviços da Microsoft em 2008 e 2009.

Sendo assim, em somente em um ano, a Microsoft está limpando toda a sujeira (ou má impressão) do seu nome, que vem se arrastando, talvez, desde 1985, quando foi fundada. Talvez isso seja por que Bill Gates não está mais no controle dela, ou por que Steve Ballmer resolveu abrir mão da arrogância e fazer, desta vez de verdade, o usuário mais satisfeito.

Framework PHP: utilizar ou não, eis a questão

1, março, 2009 3 comentários

Olá a todos.

Sou assinante dos feed do POOMAX, e nas últimas entradas acabei vendo duas discussões. Josh Sharp, desenvolvedor Web, acredita que a utilização de um framework PHP venha a trazer grandes benefícios aos desenvolvedores:

  • Utilização do MVC, o um modelo de desenvolvimento que evita a salada entre os dados, a apresentação e o comportamento da página;
  • Imposição da padronização, onde o conhecedor da estrutura do framework saberá onde está o que ele procura;
  • URL’s amigáveis, nada mais que uma melhor apresentação (e otimização de busca) das suas URL’s;
  • Redução do tempo de desenvolvimento;
  • etc.

Realmente, esses argumentos de Sharp são válidos para a parte de desenvolvimento de uma aplicação, pois temos ganhos satisfatórios de tempo e facilidade no desenvolvimento de novas funções sobre o código já existente. Entretanto, a utilização de frameworks bate em uma tecla que deve merecer maior atenção a cada dia que se passa: a velocidade.

Rasmus Lerdorf, desenvolvedor inicial do PHP, acredita que o desenvolvimento em PHP utilizando frameworks não é bem vindo, pois eles fornecem uma baixa velocidade para apresentar uma página, em comparação ao PHP estruturado. Em partes, Lerdorf está certo, pois uma página simples, poderia ter uma acréscimo de mais de 100% no tempo de interpretação do script.

Certo, então qual seria o ideal?

Como atualmente o número de servidores que disponibilizam planos de recursos altos e preços baixíssimos está cada vez maior, no futuro não muito distante, os servidores que não praticam o chamado overselling (alugam o servidor para mais clientes que este suportaria) praticamente não existirão, e o processamento dos scripts PHP utilizando frameworks teria um drástico desempenho, sendo que muitas empresas forçariam o seu cliente a reduzir o processamento de suas páginas, devido ao excesso de clientes “pendurados” naquele servidor.

Além disso, a utilização de frameworks deixa uma grande diferença no número de páginas processadas, onde o framework teria uma real desvantagem quando o limite do servidor fosse alcançado. A utilização de compiladores poderia auxiliar no aumento da velocidade, porém os scripts sem framework novamente seriam mais velozes.

O ideal seria ao desenvolver o sistema, verificar se existe a possibilidade de não utilizar o framework, sem, é claro, perder muita produtividade. A utilização da orientação à objetos pode ser muito conveniente mesmo sem a utilização de frameworks, uma vez que sejam utilizadas apenas as classes que forem realmente necessárias, e não como em um framework, onde praticamente todo o Core do mesmo é carregado, mesmo que você deseje apenas fazer um script de Hello World.

Até mais.